a brocha lambe rimbaud
tique-taque, tique-taque e beijinho na boca. - porrr, o teco me deixou brocha.
papinho besta de ir passar dias em paris. desconverso com um rimbaud na ponta da língua.
e tudo que língua lambe vira um rimbaud só – a parede, o vidro, o vento e até aquilo.
ps: em outro logar, postei esse mesmo poema falando do baudelaire no lugar do rimbaud. acho que o este poeta merece mais uma lambida do que aquele.
Escrito por Luciano Bravo às 22h06
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